quinta-feira, 7 de agosto de 2008

És Tu!!


E eras tu, na sua mais simplicidade de ser

O que és, teu anéis a nos unir

E eras tu , na displicência da leveza de um ser

Na ousadia do saber querer

E eras tu, na ansiedade de um beijo eloqüente

Na animosidade de uma espera indeiscente

E eras tu, de fato e não a caso de se entregar

De uma fome imediata de me possuir

De um olhar faminto a me devorar

E eras tu, meu afago me encanto

Minha ausência na mais fiel presença

E era tu com uma empáfia exata de não perder

Com uma fome medonha de sempre querer

E eras tu, na candura de uma lágrima a rolar

De um simples toque a me arrepiar

E és tu, simplesmente tu

sábado, 2 de agosto de 2008

Amado


Existindo me sinto absoluto em te amar
quando me sinto só, é no pensamento da sua existência
que a solidão se vai, e ai tenho a minha melhor companhia
nos doamos por iguais
somos únicos em circunstancias claras, em milagres de amor
é em volto de sentimentos que nos entregamos
onde a máxima perfeição desse amor se faz presente
e sempre continuamos a viagem
na mais integra realidade
que é ser não apenas eu ou vc
mas sermos sempre e Únicos, NÓS!!!

sábado, 26 de julho de 2008

Sentimento!


Agradeço!
a tua presença , a tua branda inocência de quer me amar
Viajo!
viajo em teu ceu, tão doce quanto mel a me deliciar
Navego
nas tuas aguas cristalina, no teu mar de entrega a me devorar
Sentimento!
é dele que me farto, é nele que me fortaleço, pois é ele que me uni a ti
Palavras e sentidos talvez por momentos distorçam a mente
Em momentos de pane, agradeço, viajo, navego em sentimentos
Únicos inebriantes que me fazem delirar.
Nesse delírio sussurro palavras inconcebíveis de paixão e amor
E num fração de segundo a tua imagem na retina é formada
e nela tatuada onde nunca mais irá me deixar...





sexta-feira, 25 de julho de 2008

Escondo


Não me escondo das verdades

Me escondo das feridas tão sofridas, exauridas

Me escondo do medo não forjado, apenas acuado

Me escondo da veracidade dos fatos, tão marcados

Me escondo das tuas promessas tão frívolas

Que me deixaram em prantos, sem rumo ou saída

Me escondo das marcas deixadas, tão profundas tão insípidas

Me escondo de um amor que outrora me sucumbiu, me feriu

Nele me senti impotente, quase ausente

Na dor que causaste levaste a minha confiança

Única herança que me destituiu

Foi essa passagem de vida que me levaste a lona

E me deixaste em como perene de desconfiança

Marcado fiquei e reluto com o tempo em querer me usar

Vou prosseguindo por que é preciso caminhar

E preciso repensar, não sei ate quando

Que esse desengano vai me deixar....

domingo, 20 de julho de 2008

Brisa..


Tomado por pensamentos inúteis

Me assombrei

De imediato acordo e volto a dura e a impenetrável realidade

Fico na indecisão, na imensa Incógnito entre o que sou e aquilo que me transformei

Fui talhado pelo tempo, moldado pela vida

Hoje me sinto muito aquém da brisa que insiste em tocar minha pele

O ontem me fazia sentir pleno em um caminho paralelo da larga estrada que fui conduzido

O hoje me faz ver a caractura aqui formada, nunca forjada do meu ser

E nela sou impedido de tocar a alegria, a felicidade que tanto me conduzia...

sábado, 19 de julho de 2008

Saudade...


Você adentra a minha mente
Enerva meus SONHOS
Em sinapses constantes de um circuito continuo
Entre redes neurais se firma meu pensamento único
VOCE!!
A saudade me rouba a alegria de te ter por um dia
E jamis deixar você partir
A saudade é querer teu sorriso
É mergulhar num abismo se não estais aqui
Saudade é chorar na tua ausência é provar
Da indecência de não poder te tocar
Sinto tanto a ausência do seu toque
Dos braços envoltos num beijar
Do suar a nos banhar
A fome a nos saciar
Sinto a loucura infame da minha saudade
Que é uma dor de verdade
Que insiste em não querer parar...

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sonho..


Doce sonho, nele te revi
Pude sentir a face da minha imensa tristeza ser desnudada
Ser retirada de mim.
Em pro dessas minhas verdades,
Dos meus amores e dissabores.
E foi nele, no auge do sono sereno, do qual não despertei
Que te encontrei, que me entreguei
Foi numa ânsia louca e suprema, que exorcizei os profundos temores
Na união de uma paixão exata e imutável
Não feri meu coração
Te toquei com um desejo fiel
Onde o sentimento adentrou nosso ser
E num lampejo inesperado as ondas vão de beta a REM
E em movimento involuntário a consciência é libertada
E ao olhar a estrada a procura de ti
Não vejo mais nada
Procuro então em vão me esconder
Por rimas e estrofes pré definidas
A buscar minha sina
De não poder no momento estar
Em teus braços seguros...